Thursday, July 9, 2009

Assim...

Eu, eu não me contive, não coube em mim a felicidade, a plenitude, eu explodi, eu externei, eu te mostrei, eu sorri...

Porque meus braços eram teus, os teus se perdiam em mim as palavras e as promessas de juras infindas eu lembrei...

E eu sorri novamente e eu quis de novo e eu me perdi assim me encontrando em ti em mim...

Tinha lua eu vi, e era clara assim como seus olhos, era linda...

e eu fui assim perdendo o fôlego de tanta euforia, nos mais altos dos meus sentimentos eu derramei uma lagrima que valia um segredo :)

Fui enchendo assim os olhos e a boca de sorriso, enchendo a casa e os caminhos de flores...

Foi singela a tradução, sem explicação, saudade eufemismo...

Noite, rosto desenhado, lua lá longe observando com estrelas vivas que refletiam em nossas vidas...

O mistério dos segredos, não há tempo e nem hora marcada pra que isso ocorra, também não há explicações teóricas.

Não há a promessa de sentimentos, apenas de ações que desses sentimentos decorram... Mas eu prometo que juro que não consegui me conter e tive de falar, quebrar o paradigma que havia em mim...

E não importa o que será do futuro se agora me sinto plena, completa e transbordante...

Eu correria nos pastos verdejantes e beberia das fontes inesgotáveis, levantaria os braços, gritaria, ouviria meu eco nas montanhas, EU AMO A VIDA! "eu amo a vida”... "eu amo a vida”...

Eu amo o que vivo, agora e daqui a 5 minutos...

Amo cada passo dado e às vezes impensado, amos os que passam pela minha vida mesmo de caso pensado, amo os momentos vividos, as palavras ditas, os atos cometidos, sentimentos divididos e tudo, tudo, tudo!

Amo o passado que me fez assim, amo os ciclos que encerrei e as fases que comecei, amo no dia o sol ou mesmo o céu cinza e na noite a lua ou o céu mesmo escuro...

As estrelinhas as entrelinhas...

E isso vai assim crescendo de todas as formas, de todas as cores e sabores...

Como se me desculpasse sem me desculpar por sentir isso, a que não há nome, não há nada que descreva, pode ser amor, porque é quando amamos que nos sentimos assim plenos, não amor de posse como alguns denominam, mas amor de liberdade, deixar que tudo se encaminhe... Sorrir pra vida!

É literalmente alcançar o cume sem perder o abismo, sem tirar os pés do chão, e isso sem preocupações, angustias, ou qualquer sentimento que tire do centro!

E fui assim colorindo as paredes que estavam cinza, fui assim alegrando o ambiente, fui assim agradecendo por chegar às águas tranqüilas, mesmo que outrora tenha passado pelo vale da sombra e morte...

Vou assim usando eufemismos, gostando das conseqüências que me ocorrem, quero viver isso ao máximo, sem reservas, sem armas, sem medos...

E não me pergunte como tudo foi acontecendo, eu responderia, "NÃO SEI, SÓ SEI QUE FOI ASSIM" é assim e será assim...


Mais do Que Nunca!

An4

Thursday, July 2, 2009

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Música agradável, gentileza e sutileza.

Houve sincronia, pleonasmo e perfeição...

A experiência de um encontro, um caminho.

Encontramos... O demasiado, sublime, talvez mundano...

O doce experienciar dos momentos e sensações...

Um beijo, um sorriso...
Olhares, movimentos, diálogos, às vezes perdidos de encontro com a cerveja e mais um brinde...

Pulsava dentro do peito um novo compartilhar, a delícia do encontro!

Houve a integridade e não as inexistentes expectativas...

Uma fase se iniciando, um ciclo se fechando, um novo pensar, um novo querer, uma nova convicção..

Um inverno diferente, este aquecia, estavam plenos!

Ouvi dizer: - Janaína e beleza= Pleonasmo/ - Ana e cerveja= vício de linguagem!

Espelhos, palavras, sorrisos. Orgulho e a falta de espaço pra frase que sempre vence nas mais cabíveis:
“Um encontro sem procura é tão inútil quanto uma procura sem encontro”

Na freqüência nem sempre fácil de sintonizar, os dedos entrelaçados nos longos cabelos, dando forma ao mono cacho.

Não importa o que se sabe, ou o que não se sabe, se sempre temos de aprender de um jeito diferente (...)

Anacoluto, sem luto por suas mortes, as vezes num movimento meio inconstante, baila sobre as boas pernas e se deixa bailar...

Se deixa ser o que é por inteiro!

An4 Mais do Que Nunca!